Cuiabá, 15 de Junho de 2024

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Variedades Sexta-feira, 03 de Maio de 2024, 09:51 - A | A

Sexta-feira, 03 de Maio de 2024, 09h:51 - A | A

ECONOMIA DE MT

Receita de MT cresce 17% no 1º bimestre; despesa avança 12%

Dados fazem parte do Relatório Resumido de Execução Orçamentária, divulgado pelo Tesouro Nacional

Midianews

A Receita Corrente de Mato Grosso chegou a R$ 5,87 bilhões no primeiro bimestre de 2024, alta de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o valor chegou a R$ 5,01 bilhão. 

No mesmo período, as despesas cresceram em um patamar inferior, de 12%, saltando de R$ 3,17 bilhões para R$ 3,55 bilhões. 

Os dados fazem parte do Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), do Tesouro Nacional, documento que apresenta as informações fiscais consolidadas de cada ente da República. 

Conforme o levantamento, no primeiro bimestre de 2024 o Resultado Orçamentário de Mato Grosso foi de R$ 2,15 bilhões, ou 42% da Receita Corrente Líquida. No mesmo período do ano passado, o Resultado Orçamentário do Estado havia ficado em R$ 1,7 bilhão, ou 38% da RCL.

O Resultado Orçamentário é obtido através da diferença entre as receitas orçamentárias deduzidas das despesas orçamentárias. Se o resultado for positivo, há superávit prçamentário. 

Apesar do incremento, Mato Grosso não está entre os estados com maior aumento nas receitas no período. Minas Gerais (28%), Acre (23%), Rondônia (23%) e Pará (23%) lideram a lista no quesito. Já o ente que mais reduziu esse indicador no período foi Amapá (-2%), seguido do Rio de Janeiro que teve um leve aumento das suas receitas no período (2%). 

Os estados que apresentaram o maior nível de poupança corrente em relação à Receita Corrente Líquida (RCL), no primeiro bimestre de 2024, foram Amapá (58%), Rondônia (46%), Mato Grosso (45%).  Na outra ponta, os Estados que menos conseguiram acumular poupança corrente foram Rio Grande do Sul (21%), Goiás (22%) e Sergipe (23%). 

Já os estados que apresentaram os maiores percentuais de investimentos em relação à Receita Total foram Bahia (8%), Mato Grosso do Sul (7%), Espírito Santo (7%) e Piauí com 5%. Por outro lado, 7 estados não tiveram despesas com investimentos no período: Rio de janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Rondônia, Tocantins, Minas Gerais e Distrito Federal.   

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