Cuiabá, 09 de Fevereiro de 2026

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Política Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026, 08:47 - A | A

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“SÓ MUDA SOBRANCELHA”

Prefeito compara Daniel Monteiro a Emanuel Pinheiro e critica pedido de CPI

O Documento

O prefeito Abilio Brunini (PL), criticou o pedido de CPI apresentado pelo vereador Daniel Monteiro e afirmou que a proposta não tem fato determinado. Ao comentar o episódio, ele comparou o parlamentar ao ex-prefeito Emanuel Pinheiro e disse que ambos têm posturas semelhantes. “A diferença do Emanuel para o Daniel Monteiro é que um tem sobrancelha e o outro não. A única diferença que tem”, declarou.

Segundo o prefeito, o pedido de investigação foi construído com base em boatos e sem provas anexadas. “Você não pode investigar boato. O pedido não tem fato determinado, não tem objeto claro, não tem prova anexada”, afirmou. Para ele, a proposta teve mais caráter midiático do que jurídico.

O gestor também acusou o vereador de agir com incoerência ao cobrar investigação em um caso e, segundo ele, adotar cautela em outros episódios envolvendo parlamentares. “Ele quer investigar um boato, mas não quer investigar um fato. Isso é incoerente”, disse. O prefeito afirmou que a Câmara deve priorizar pedidos com fundamentação técnica.

Durante a fala, ele afirmou que o pedido poderia ter sido melhor elaborado. “Se tivesse usado inteligência artificial, o pedido tinha sido melhor feito. Faltou o básico, que é colocar o fato determinado”, declarou. Segundo ele, a ausência de elementos objetivos inviabiliza a abertura de uma comissão.

O prefeito disse respeitar o direito dos vereadores de propor CPIs, mas defendeu que o instrumento seja usado com responsabilidade. “CPI é coisa séria. Não é para fazer show. Tem que ter fundamento jurídico e prova”, afirmou. Ele ressaltou que investigações legítimas devem seguir critérios técnicos.

Por fim, o gestor afirmou que não teme apurações, desde que haja base concreta. “Se tiver prova, investiga. Eu não tenho problema nenhum com investigação. O que não dá é para transformar boato em fato”, concluiu. Ele disse que o debate precisa ser conduzido com responsabilidade institucional.

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