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Política Terça-feira, 02 de Dezembro de 2025, 09:14 - A | A

Terça-feira, 02 de Dezembro de 2025, 09h:14 - A | A

ENTRADA EM PRESÍDIOS

Mauro rebate crítica da OAB e diz que falar a verdade não pode ser negativo

O governador rebateu as críticas que sofreu da presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, por "generalizar" a advocacia ao falar sobre o crime organizado

Rdnews

O governador Mauro Mendes (União Brasil), rebateu as críticas que sofreu da presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, por "generalizar" a advocacia ao falar sobre o crime organizado. Na semana passada, durante apresentação de dados do programa Tolerância Zero, Mauro sinalizou que 16 policiais penais e 25 advogados foram flagrados tentando entrar com drogas e celular dentro dos presídios.

Para o governador, o grupo estaria agindo como parte dos entraves para combater os tentáculos do crime organizado, que segue influenciando ações de dentro dos presídios. Entretanto, OAB-MT afirmou que generalizações como essa não contribuem para o enfrentamento qualificado da criminalidade e representam uma indevida tentativa de associar os mais 37 mil advogados a práticas ilícitas.

Durante entrevista nesta segunda-feira (1), Mauro foi questionado sobre a "repercussão negativa" que as declarações provocaram na OAB-MT e quanto aos policiais penais. Ele, porém, rechaçou, afirmando que não poderia haver reclamaçõs se tudo que falou estava baseado em dados reais sobre, onde servidores do sistema prisional e da advocacia, foram presos por atividades ilicitas.  

"Por que falar a verdade isso gera repercussão negativa? Eu disse apenas um dado real apresentado pela secretaria, que 16 agentes, polícia penal foram presos com atitudes ilícitas dentro do presídio. Isso gera repercussão negativa? Dizer a verdade, dar um dado concreto? Eu disse que alguns advogados foram também presos, detidos, encaminhados, porque estavam entrando com atividade proibida lá no presídio. Foi isso que eu disse e isso é um dado real disponível para qualquer cidadão e a própria imprensa verificar", disparou ele.

Sobre a possibilidade convocação de servidores para reforçar o efetivo da Polícia Penal, que cuida exclusivamente do sistema prisional, Mauro destacou que o Governo trabalha com base em estudos técnicos apresentados pelas Forças de Segurança e que não poderia tomar decisões apenas para agradar um setor. Assim, alertou que se houver mais convocações, outras áreas poderão ficar serm investimentos.

"Todo mundo quer que o Estado contrate. Eu já disse isso aqui muitas vezes, se nós provermos todas as funções criadas aqui, Mato Grosso para de investir. Todo mundo quer ser contratado, todo mundo pede isso. Agora, esse estudo é técnico, não é o governador que amanhece um dia e resolve fazer uma nomeação. Eu tenho que receber isso dos próprios servidores públicos que estão aqui dentro, cuidando da gestão das atividades que o Estado presta para o todo cidadão", completou.

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