Cuiabá, 10 de Março de 2026

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Política Terça-feira, 10 de Março de 2026, 09:43 - A | A

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MOMENTO DE TENSÃO

Fávaro diz que escândalo do Banco Master não deve prejudicar Lula e defende atuação das instituições

Da Redação

O ministro da Agricultura e senador licenciado Carlos Fávaro (PSD) afirmou que as investigações relacionadas ao chamado caso do Banco Master não devem comprometer o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem provocar mudanças significativas no cenário político nacional com vistas às próximas eleições.

A declaração foi feita ao comentar a repercussão do episódio em Brasília, que tem mobilizado debates no Executivo, no Congresso e em setores do Judiciário. Para Fávaro, embora o assunto gere tensão política momentânea, o país dispõe de mecanismos institucionais capazes de conduzir as apurações de forma adequada.

“Não tem por que atrapalhar o final do governo do presidente Lula, até porque ele é muito claro nas suas posições. Se alguém cometeu ilícito, tem que ser responsabilizado”, afirmou o ministro.

Clima político em Brasília

O caso envolvendo o Banco Master ganhou destaque no ambiente político da capital federal, com repercussões entre parlamentares e integrantes do governo. O episódio ampliou o debate sobre possíveis irregularidades financeiras e eventuais responsabilidades administrativas ou penais de envolvidos.

Apesar da repercussão, Fávaro avaliou que o funcionamento das instituições brasileiras deve garantir a condução das investigações sem impactos estruturais no governo federal.

“Fico triste de ver o Brasil novamente em uma crise política institucionalizada, ainda da forma como foi isso. Mas o importante é que o Brasil tem instituições fortes que darão as respostas que a população está cobrando”, declarou.

Defesa de responsabilização

O ministro também destacou que o próprio presidente Lula tem reiterado publicamente a necessidade de responsabilização de qualquer pessoa envolvida em irregularidades, independentemente de vínculos pessoais ou políticos.

“Vejam a fala do próprio presidente. Ele é muito claro: qualquer pessoa que cometeu isso tem que ser responsabilizada, independente de ser filho ou não”, completou.

Nos bastidores de Brasília, o episódio tem sido acompanhado de perto por lideranças partidárias e integrantes do governo, que monitoram os possíveis desdobramentos políticos e institucionais do caso. A avaliação predominante entre aliados do Planalto é de que as investigações devem seguir seu curso normal, conduzidas pelos órgãos de controle e pelas autoridades competentes, sem necessariamente provocar abalos estruturais na base de apoio do governo no Congresso Nacional.

O tema também reacendeu discussões sobre transparência, governança e fiscalização no sistema financeiro, assuntos frequentemente debatidos em momentos de maior exposição de casos envolvendo instituições ou operações financeiras de grande porte.

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