O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Brasil), líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), revelou que sonha com o governador Mauro Mendes (União Brasil) candidato presidente da República ou vice nas eleições de 2026. No entanto, afirma que a possível candidatura ao Senado já satisfaz o partido.
Cotado para concorrer a senador, Mauro Mendes joga a definição para 2026. Caso seja candidato, precisa renunciar entre o final de março e inicio de abril, deixando o final do mandato para o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que sonha em concorrer ao Governo do Estado já ocupando o cargo.
“Eu queria que ele [Mauro Mendes] fosse candidato a presidente da República ou vice-presidente, mas sendo candidato a Senador já satisfaz o União Brasil”, declarou Dilmar, lembrando que o senador Jayme Campos pode contemplar o partido na majoritária, como candidato à reeleição ou a governador de Mato Grosso.
Dilmar também afirma que, no momento, sua luta é para não rachar o grupo de Mauro Mendes, que não esconde sua preferência por Pivetta para sucedê-lo no Palácio Paiaguás. Por isso, diz que tem conversado com todos integrantes para construir consenso em 2026.
“Nós temos até o mês de março, início de abril do ano que vem, então tem muita conversa. Nós estamos conversando bastante. Eu estou buscando, como sempre falei nas minhas entrevistas, não rachar o grupo. O grupo que faz parte da base do governo, com o governador Mauro Mendes, eu acho que tem que se manter para a eleição de 2026”, completou.
Além disso, Dilmar revela que tem conversado com outros partidos para consolidar a aliança política. A lista inclui Republicanos de Pivetta, o PSDB de Carlos Avalone, o PSB de Max Russi e o MDB de Janaina Riva, todos seus colegas de ALMT.
“A gente precisa achar um equilíbrio, primeiro pensando na majoritária, depois as candidaturas do Senado. E lógico, dentro do partido, a eleição proporcional para deputado federal e deputado estadual”, conclui.
Nesta semana, Dilmar se licenciou da ALMT. No período de afastamento do mandato, deve percorrer os municípios articulando as chapas do União Brasil e buscando viabilizar a própria reeleição.
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