Cuiabá, 31 de Janeiro de 2026

icon facebook icon instagram icon twitter icon whatsapp

Judiciário Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2026, 10:32 - A | A

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2026, 10h:32 - A | A

ACUSADO DE ASSÉDIO

Justiça manda soltar tenente-coronel; ele foi exonerado de cargo

Welington Mendonça teria passado a mão na coxa de uma servidora da Assembleia Legislativa

Midianews

A Justiça de Mato Grosso concedeu, na tarde deste domingo (25), liberdade provisória ao tenente-coronel da Polícia Militar, Welington Rodrigues Mendonça, preso após importunar sexualmente uma servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), em Cuiabá. 

A Polícia Militar emitiu uma nota comunicando a exoneração de Mendonça do cargo de comandante do 22º Batalhão de Peixoto de Azevedo. 

A prisão foi registrada na madrugada de sábado (24), após um desentendimento em um posto de combustíveis localizado na Praça Oito de Abril. 

Segundo o boletim de ocorrência, testemunhas relataram que Welington tentou se aproximar da vítima durante a noite e, em determinado momento, “passou a mão em sua coxa e começou a empurrá-la com o quadril”.

O policial militar foi preso em flagrante. Na tarde de domingo, ele passou por audiência de custódia, conduzida pelo juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, que converteu a prisão em flagrante em liberdade provisória, mediante o cumprimento de medidas cautelares. 

De acordo com o magistrado, após a análise do caso, não ficou demonstrada  a “necessidade da manutençãoda prisão preventiva do militar". 

Entre as cautelares impostas estão a proibição de se aproximar da vítima, mantendo distância mínima de 500 metros, bem como de seus familiares e testemunhas. 

Além disso, Welington deverá comparecer mensalmente ao juízo competente. 

Exoneração 

Segundo a corporação, um procedimento administrativo foi instaurado para investigar a conduta do militar. 

“A PMMT reforça que não coaduna com nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes”, destacou em nota. 

Além da Polícia Militar, o presidente do Poder Legislativo, deputado Max Russi (PSB), emitiu uma nota de repúdio ao caso.  

No comunicado, o presidente afirmou que prestará suporte a vítima e relatou que “situações como essa são inaceitáveis e não podem ser toleradas”.

Entre no grupo do MT EM PONTO no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI)

Comente esta notícia

Rua Mirassol (LOT CONSIL), nº 14, QD 14, LT 14.

Cuiabá/MT

(65) 99962-8586

[email protected]